#memededez – Educando crianças com tecnologia

Olá pessoas!

Quando vi esse tópico como parte da blogagem fiquei pensando em como abordar o tema sem parecer muito chata. Afinal, ditar regras na vida do outro é um saco – falo isso porque não tenho filhos, logo quem sou eu pra falar alguma coisa sobre educação. Mas ai lembrei muito de como eu fui educada em meio a computadores. E pensei no papel que meus pais e, principalmente, um dos meus irmãos teve nessa educação lotada de informação.

A primeira coisa que penso é “nem tanto ao céu, nem tanto à terra”. Não adianta deixar livre demais nem proibir demais. Porque ser proibitivo torna o acesso a tecnologia em questão muito mais transgressor e prazeroso, e pior ainda porque fica sem supervisão NENHUMA. Só que o liberou geral não vai fazer bem algum pra crianças quando se fala de qualquer coisa (você, pai, deixa seu filho se empanturrar de doces? senão, por que deixaria o mesmo com internet?).

Outra coisa é fazer a criança entender que o mundo é perigoso. Não com os monstros. Mas você diz pra ela não brincar com fogo porque vai se queimar. É claro que algum dia ela pode se queimar, mas não foi por falta de aviso. A internet é a mesma coisa: você avisa que tem gente muito mal intencionada. Ela pode interagir com essas pessoas? Pode em algum momento, mas não foi por falta de aviso. Lidar com as consequências desse tipo de atitude é parte da educação de uma criança (na minha visão).

Algo bacana também é estimular certo raciocínio lógico. Acreditem, ele tira muita gente de enrascada. E isso pode ser feito de maneira analógica: legos, quebra-cabeças, jogos de encaixe, damas, xadrez ou até – se o pai ou a mãe forem MUITO NERDS e já for um pré-adolescente – placas de fenolite para fazer circuitinhos atoa OU brincar com Arduino (Eu quero conseguir brincar de arduino com meu futuro filho/filha). Só que essas duas últimas brincadeiras são mais caras, acho…

Acesse junto a criança alguns sites, meio que permitindo o acesso dela a eles. Ela pode acessar outros sites? Se você não supervisionar, sim. Mas hoje tem softwares e configurações que permitem que você barre certos conteúdos e verifique a navegação da criança. Uma maneira bacana é manter um navegador que só a criança use (mas não deixem elas usarem o IE, afinal você disse que usar drogas é errado xD), e ai dar uma olhada no histórico de acesso.

Uma coisa que eu pretendo fazer com mais frequência é mostrar pra criançada ao meu redor o quanto a gente pode fazer de coisas bacanas com a tecnologia. Porque falar “não faça” estimula a criança a não fazer nada com o objeto em questão ou a fazer da maneira errada. Mostrar jogos educativos e bacanas (eu era viciada no Katomic aos meus 12 anos) e, se for maluco o suficiente, mostrar como fazer esses jogos (já brincaram com o RPG Maker?) pode fazer a criança a enxergar um mundo a ser descoberto ao invés de um mundo a ser destruído.

Acho que o mais importante de educar com e para a tecnologia é fazer com que a criança entenda o poder que a tecnologia dá e as consequências disso. Como diz Ben Parker: “Grandes poderes trazem grandes responsabilidades”.

“Este post faz parte do Meme de Dezembro, uma iniciativa das interneteiras do LuluzinhaCamp, que tem como única intenção, a diversão. Porque somos blogueiras e adoramos blogar, simples assim. Se você tem blog, corre para participar, clique aqui e saiba mais.”

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