Resenha – Telekinesis em “Telekinesis”

Olá de novo!

Sim, eu errei nas minhas contas. Então, uma resenha a mais é necessária para as 52. E hoje, assim como amanhã, vocês terão 2 resenhas! As de amanhã estão praticamente prontas, e como sou muito patriota digo: Serão sobre bandas nacionais. Espero que vocês gostem. E, como estou a fim de falar de bandas que não tem material, venho com os rapazes de Seattle. O “Telekinesis” na verdade é um moço só, Michael Benjamin Lerner, que vai ao palco com mais três instrumentistas. E, posso dizer, faz um som com jeito de indie-rock para nerds muito bom! O cd, de mesmo nome do projeto, é o único até agora. Vamos então ao que interessa?

A primeira música é “Rust” e começa com um violão bem interessante. Alias, começa só voz e violão. Os outros instrumentos entram aos poucos e quase não são percebidos. A número dois é “Coast of Carolina” e começa com um vocal e violão abafados e leves. E ai entram guitarra e bateria, numa levada rock leve muito legal. O reverb atua no refrão, dando um ar mais leve. Animada pra caramba, na minha opinião, sem ser agitada demais. A trilha três é “Tokyo”, no melhor do indie-rock em termos de agitação. Só sinto falta do baixo, que fica lá no fundo, quase apagado. A quarta faixa é “Look to the east” e tem um começo que poderia até ser hard-core daqueles leves, mas ai entra o vocal e os outros instrumentos mostrando que é indie mesmo. Devido ao nome e o clima da música, dá vontade de pegar o carro e sair viajando. Os sintetizadores brincam nessa música com vontade. Chegamos a “Awkward Kisser”, com um pianinho dando aquele ar de anos 60 super fofo. Os sintetizadores dão o ar viajado e romântico, de quem não liga pra nada, e depois voltamos ao piano e bateria básicos. E chegamos ao meio do cd com um violão fofo, baixinho e levemente agitado. Ai a música agita e o baixo aparece lindo como sempre. Temos, nessa faixa, o baixo muito presente e ativo, para minha felicidade.

Chegamos a trilha sete, “Great Lakes”. Com violão forte na base, riff de guitarra, e sintetizadores. A bateria continua lá, na função de ritmo. A combinação disso tudo com um vocal masculino limpo e suave lembra, em alguns poucos momentos, “The Decemberists”. Uma guitarra agitadinha começa, junto com a bateria, a trilha 8. “Imaginary friend” trás um ar de pista de dança que não imaginei escutar do Telekinesis. “All of a sudden” vem também dançante, mas de um jeito diferente. O riff da guitarra e a rapidez da base dão um ar mais, digamos, de flerte para a faixa. Dançar junto, ou ficar encarando, esse tipo de coisa sabe? Além da vontade de sair cantando com os amigos pela noite da cidade. As vezes fazer os dois juntos, mas enfim. A penúltima é “Calling al doctors” e começa com um piano denso e tenso, deixando uma sensação de ansiedade muito forte. A voz suave de Michael não resolve a tensão, e a espera continua. E a ansiedade só some por um instante, o qual é breve mas muito valioso. O trabalho da faixa é esse intercalar. E fechamos o cd com “I saw Lightning”. Violão suave, vontade de ficar perto de quem gostamos.

Temos aqui um cd urto, sem surpresas, mas de uma qualidade que eu tava sentindo falta. Fugindo do clichê voz rouca, grave ou distorcida, Michael faz um ótimo papel. Pena que não temos downloads gratuitos dessas faixas. Mas vale a pena conferir o myspace do projeto.

MySpace – Telekinesis

E sem letra de novo… To com problema no myspace e não consigo ver se tem letra lá, e não achei no google… Desisto.

See ya later

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