Resenha – Maxïmo Park em “Quicken the heart”

Olá Pessoas!

Andei, novamente, deixando esse blog ao deus dará. Mas como estamos na semana de aniversário desse blog, prometo um post por dia (na verdade um por dia, e dois no último). Assim, alcançarei a marca de 52 posts necessários para atingir 1 ano de blog. E, daí por diante, farei o possível para postar resenhas as sextas ou aos domingos de cada semana.

No primeiro dia da semana de aniversário, apareço aqui com uma das minhas bandas favoritas (no momento): Maxïmo Park. Seu mais novo cd, “Quicken the heart”, parece estar recheado de boas músicas na linha agitada e ritmada que a banda mostra desde 2003. Claro, a internet fez o favor de deixar aparecer tal cd antes de sua data oficial de lançamento (que é 11 de maio). E é sobre esse álbum, feito pelos britânicos, que vou falar. Vamos a resenha faixa-a-faixa.

O cd é aberto com a faixa “Wraithlike”. Guitarra ritmada, baixo forte porém escondido e uma sirene de fundo dando aquele ar de correria. O estilo da música passa a impressão, falsa, de que estamos num loop. O final da música (por volta dos dois minutos), com o vocal abafado, a faz bastante interessante. A segunda trilha é “The Penultimate Clinch”. Vocal grave e baixo, parece ter forte influência oitentista (a exceção de não ter sintetizadores). A guitarra riffada é bem interessante e o baixo aparece mais que na faixa anterior. “The Kids are sick again” é a terceira música e tem um ar mais comercial que as anteriores. Apostaram novamente no vocal baixo, mas o sintetizador aparece forte ao lado do baixo e da bateria. Mais animada e, ainda assim, mais melancólica do que vimos antes nesse cd. Temos como quarta faixa “A cloud of mistery”, também bem comercial e com introdução interessante feita pela guitarra. Me trás mais a lembrança do que foi feito anteriormente pela banda. Poderia ser tocada na pista de baladas alternativas sem medo, na minha opinião. A faixa “Calm” vem na posição 5 do cd, e faz jus ao nome. Até agora é a mais calma e leve. Parece que dessa vez os rapazes resolveram investir nos sintetizadores, e fizeram isso de maneira interessante por ter ficado bem pontuado. O ritmo vai aumentando ao longo da faixa e termina bem agitad. E chegamos ao meio do cd com “In another world (you’d have found yourself by now)”. Volta o clima soturno que me lembra os anos 80 e as minhas pistas de dança favoritas. Agitada na medida certa, animada em alguns pontos e pesada em outros, essa alternancia toma a atenção dos mais atentos e faz com que a pessoa siga a música até nisso.

“Let’s get clinical” é a 7ª música e começa com a bateria bem marcada, assim como o baixo. A guitarra parece ter sumido, pelo menos no começo da música, e tenho a impressão de ter sintetizadores seguindo o baixo ou algo do gênero. É meio desanimada, mas ainda assim uma ótima faixa. A trilha 8 é “Roller Disco Dream” e começa também agitada, baixo e bateria fortes e a guitarra com seus riffs. Tem também o ar denso que parece ser o traço principal do cd, mas esse ar vai sumindo ao longo da música. A nona obra é “Tanned” e aqui a guitarra aparece mais, com o baixo fazendo a sua função de “base” junto com a bateria. De vocal mais agudo que as outras trilhas, trás um ar mais leve que só não supera o de “calm”. E ao final do que creio ser o refrão, temos uma pequena tensão. A música 10 é “Questing, not coasting” e mantem o baixo forte e a guitarra desaparecida no meio do sintetizadores. Agitada, lembra-me um pouco os ares das músicas do snow patrol, mas bem no fundo. A penúltima é “Overland, west of suez” e começa com sintetizadores, sendo que a guitarra entra logo depois acompanhada do baixo. Eles ficam se alternando com a bateria de fundo para todos eles. Agitada e animada, da vontade de dançar. O cd fecha com “I haven’t seen her in ages”, que tem o ar mais tradicional do melhor do indie rock, aquela coisa meio anos 80, meio blasè. Com instrumentos baixos e vocal mais destacado que nas outras.

Temos aqui um cd que vai progredindo em termos de animação e com fortíssima influência dos idos de 80, na minha opinião. Difere um pouco do resto dos cds do Maxïmo Park, mas não deixa de ser um som característico e identificável. Pena que o myspace conta apenas com duas músicas que estarão no álbum.

Maxïmo Park – MySpace

“Wasted lives / Hope takes flight / I don’t mind / Losing self respect / I’ve done it before / And I’ll do it again / I’m stifled tonightWhich is fine / I’ve done it before / And I’ll do it again” (The kids are sick again – Maxïmo Park)

See ya later

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