Resenha – The Killers em “Day & Age”

Bom dia Pessoas!

É com enorme satisfação que faço essa resenha e mantenho minha média de um post semanal. O alvo da avaliação de hoje é o novo cd de uma das minhas bandas prediletas: The Killers. “Day & Age” é o terceiro cd completamente de inéditas, o 4º da carreira como um todo da banda. Falando do cd em geral, eu o senti como algo mais fácil de ouvir. Fãs do The Killers me parecem estar numa coisa de transformar esse cd no cd “Love or Hate”. Porém, para aqueles que ainda não conhecem nada da banda (em que mundo você viveu os últimos anos?) ele é bem mais gostoso que os outros da discografia, mais comercial como alguns gostam de dizer. Isso não o torna melhor ou pior, apenas mostra que a banda pode mudar uma coisa ou outra e não se perder.

Vamos começa agora a resenha faixa a faixa. “Losing touch” abre o disco e tem um ar meio que das músicas do “Sam’s town” (segundo cd da banda). Seria fácil mixá-la com “Bones”, mas os efeitos de metais (ou teclado com efeito, não sei dizer ao certo) a diferenciam bastante da faixa com a qual a comparo. A segunda faixa é o single, “Human”, e devo dizer que a apresentação dela no EMA foi linda. Pulando essa parte do ao vivo (sou suspeita, adorei o show do Killers aqui no Brasil), a música é a cara do Killers: dançante, letra linda e extremamente chiclete. Já vi pessoas que curtem funk cantando essa música junto com pessoas que curtem rock mais pesado. Perfeita como single, e muito boa pra jogar numa pista de balada indie. “Spaceman” é a terceira, com a guitarra aparecendo mais forte que nas anteriores, fugindo um pouquinho do padrão musical da banda. Ainda agitada, ainda fácil de ouvir, e o Brandon aposta num vocal mais agudo na música toda, sendo que os graves aparecem em pontos da música (normalmente é o inverso). É umas das músicas que os fãs parecem gostar mais. O ar anos oitenta fica por conta de “Joy Ride” (ou “Joyride”, achei as duas versões para o nome), que daria uma linda mixagem com “Spiraling” do Keane. Ai o vocal do Brandon volta a ficar mais grave e a banda como um todo volta para um ar mais parecido com as músicas antigas. Quase na metade do cd, a 5ª das 11 faixas é “A Dustland Fairytaile”. Começa calminha, com um ar que me lembra (idiotamente) “Don’t shoot me santa”, e vai ficando mais acelerada.

Estamos na metade do álbum. O baixo de “This is your life” se destaca, junto com a bateria, dando o ar mais ritmado que tava aparecendo pouco no cd. Ainda que seja uma ótima música, não é tão marcante. O baixo retorna ao destaque na “I can’t stay”, e progressivamente os outros instrumentos aparecem. Me lembra aquelas músicas havaianas. Com um ar de música de fim de festa (e isso não é ruim, pelo menos não pra mim) “Neon tiger” é uma das que mais me agrada. Lembra “Enterlude”, do “Sam’s town”. O teclado cheio de efeito grita em “The World we live in”, e mesmo assim ela não se parece com nenhuma das músicas anteriores. Mantém a identidade da banda, mas com uma cara renovada. A penúltima música é “Goodnight, Travel Well”, e tem um ar mais soturno, gera bastante espectativa. E só vai mudando um pouco lá pelo 2º minuto de música, e muda pouco. Agitar mais mesmo, só nos 3 minutos e meio. Leve em conta que a música tem quase 7 minutos.

De bônus o cd tem três músicas. “A crippling Blow” é agitadinha, feliz, mas nada muito marcante. As vezes as músicas desse cd me lembram um pouco Keane, e olha que as duas bandas são bem diferentes. “Forget about what I said” é mais agitada que a maioria, na minha opinião. Tem um riff bem legal de guitarra e lembra o clima do primeiro cd da banda. E “Tidal Wave” e tem aquele teclado, bem típico do Killers, com efeitos. Calminha, agradável, mas não impressiona.

MySpace – The Killers

“Now Cinderella, don’t you go to sleep / It’s such a bitter form of refuge / Oh don’t you know, the kingdom’s under siege / And everybody needs you / Is there still magic in the midnight sun / Or did you leave it back in 61? / In the cadence of a young man’s eyes / I wouldn’t dream so high” (A Dustland Fairytale – The Killers)

See ya later

4 comentários sobre “Resenha – The Killers em “Day & Age”

  1. Falando “extremamente chiclete”, você quis dizer que ela é boa e viciante no começo, mas logo perde a graça e você nao quer mais ouvir? Isso pra mim foi um insulto, cara ‘-‘

    • De maneira alguma o “extremamente chiclete” tem referência ao “logo perde a graça e você não quer mais ouvir”. É mais referência mesmo a parte viciante. E, particularmente, falei isso de “Human”, que é uma das melhores do cd na minha opinião.

  2. \o/ Killers.
    Esse cd ficou muito bom, muito mesmo =D
    A resenha também tá boa. Apesar de eu ter ouvido a Spiralling do Keane poucas vezes a Joyride me lembra bem o estilo alegre dele.

    “The dream maker’s gonna make you mad”

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