Resenha – You me at six em “Take Off Your Colours”
Olááá queridos leitores.
O dia de atraso foi compensador. Até ontem não tinha idéia do que postar, devido a achar que a música sofre de falta de novidades no final de ano. Hoje, através do paramoreuploader (blog ao lado), descobri a banda da qual falarei. Aviso: esse post é uma primeira impressão, sem preparações e sem músicas prediletas ainda.
Cinco rapazes, roupas coloridas e um tanto justas. Estilo alegre demais para ser emo, punk demais para ser indie. E ai temos qual estilo de banda? Acertou quem falou pop-punk. A própria banda se diz desse estilo em seu myspace e, confesso, não há erro algum nisso. A febre pop-punk que circula no mundo musical deve ser uma das responsáveis pela falta de novidade.
Maaaaas, ai surgem bandas com musicas divertidas dentro do estilo e faz com que prestemos atenção nelas. Usam o recurso do cd “non-stop”, ainda que a diferença entre as faixas seja perceptível. Parece que o cd está desesperado para terminar, assim como as músicas bastante rápidas. Certamente é um cd que te anima, pelo menos quanto ao ritmo. A melodia é meio “mais do mesmo”, a única coisa que me intriga é que as vezes o tom do vocal pode lembrar ao do rapaz do PATD (antigo P!ATD).
É interessante que na Wikipedia sobre a banda diz que antes desse cd os caras estavam mais próximos do screamo. Confesso, para mim a escolha pelo pop-punk foi bastante inteligente. Muito mais produtivo fazer algo bom que agrade a muitos e a si mesmo do que algo bom que agrade a poucos e não te agrade.
Riffs comuns, música comum. E ainda assim me agrada. Recomendo: “The Truth Is A Terrible Thing”, “Gossip”, “Call that a comeback”, a faixa título “Take off your colors” e “If you run”. Delas, só a faixa título está no myspace. Uma pena…
“But tonight, but tonight, we will make it right. Oh, the champagne is on ice for you and I.” (Gossip – You me at six)
See ya later
Resenha – The Dresden Dolls em “No, Virginia”
Hey people!!
Vamos continuar com a atualização do blog. Agora, uma banda bem interessante que começou em 2000 e se descreve como Cabaret punk brechtiano, seja lá o que isso for. Só sei que acho o som deles ótimo e vim aqui recomendá-lo.
A banda, ou melhor, a dupla “The Dresden Dolls” apostaram do jeito certo num estilo que o Panic at the disco tentou imitar. A questão do uso do piano, as roupas antigas, a maquiagem. Tudo isso foi colocado na quantia certa no caso do Dresden. Eu adoraria ir num “dark cabaret” que tocásse o som deles. A nota de nostalgia “animada”, como um bufão contando uma história para os ricos entediados, é tocante. Não tocante do tipo “oh meu deus, vou cortar os pulsos”, mas sim de mexer com a gente a ponto de aprendermos a rir quando nem tudo são flores.
Não sei com quem compará-los, por isso pouparei meus dedos e irei logo para as recomendações de música. Adoro “Night Reconnaissance”, “Lonesome Organist Rapes Page Turner” e “Dear Jenny”.
“So silently I sat and turned the pages / Recalculating our respective ages / Over my shoulder, he muttered, “If I get any older / You can hack my wrists off with your choice of objects / No, I’m kidding” (Lonesome Organist Rapes Page Turner – The Dresden Dolls)
See ya later…
Resenha – Plain White T’s em “Big Bad World”
Olá Pessoal!!!
Desculpem-me o hiato de três semanas. Para isso, vamos compensar com três posts seguidos. O primeiro, claro, é esse. Vamos falar sobre uma das bandas que me parece ser “one hit wonder”. Eles não merecem essa colocação, mas é fato que ninguém nem lembra o nome da banda mas lembra da música. Basta entorar “Hey there Delilah / What’s it like in New York City?” e as pessoas se recordam.
Tratando agora do novo cd do Plain White T’s (a partir de agora vocês sabem o nome da banda que fez um dos maiores hits chiclete do ano passado, mesmo que a música seja do ano retrassado), me pareceu que eles gostaram de uma linha não tão rock. Soando de forma bem semelhante a outra banda que gosto, o The Click Five, os meninos mandam bem pra caramba. Um rock mais lento e mais balada, como o de “Serious Mistake”, faz a gente pensar melhor no emo internacional.
No geral, continuam as guitarras fáceis e os vocais cheios de backvocal. As letras mantem a mesma temática romântica. O que os difere dos emos em geral?? Pra mim é apostar em outros sons na música, como passagens com saxofone e violinos (estes, por sinal, estão virando clichê no rock), sem deixar a guitarra sumir. Além disso, o som não lembra algo novo, mas sim vem inspirado em música antiga. Ah, tem outro fator, a bateria aparece sem ser o foco principal, dando o destaque exato que o instrumento merece, deixando a música bem marcada.
Eu digo que gostei mais de “Serious Mistake”, “1,2,3,4″, “That Girl” e a faixa título “Big Bad World”. Elas mostram bem como a banda tá numa linha mais do power-pop agora e que, se tiver que fazer sucesso e sustentar, agora é a hora. Dessas, só “Big Bad World” e “1,2,3,4″ estão no myspace.
“You make it easy / As easy as 1, 2 (1, 2, 3, 4) / Theres only one thing two do three words four you. / I love you.” (1,2,3,4 – Plain White T’s)
See ya later…




