“Me llaman calle la sin futuro, Me llaman calle la sin salida” – Uma vida sem violência é um direito das mulheres
Hoje, como vocês já devem ter visto em tvs e jornais e escutado nas rádios, é dia mundial de combate a AIDS. E, claro, os 16 dias de ativismo feminista englobam essa data. Mas o que? O que a AIDS tem a ver com a violência contra a mulher?
O trecho que está no título é de uma música da trilha do filme espanhol “Princesas”, que aborda o tema da prostituição. Mas quantas mulheres, presas por certas amarras sociais, não se sentiram sem saída? Não só as prostitutas, pois elas atuam com o sexo e, penso eu, sabem melhor que ninguém como se proteger. Se o fazem, não sei. Mas e os relacionamentos estáveis?
Por que, me perguntam, ainda existem aqueles que acham que relacionamento fixo = sexo seguro? Não tem lógica. A sua fidelidade não garante a dele, ou dela, e mesmo que o casal seja fiel existe o passado. Quem garante o que aconteceu antes do relacionamento de vocês?
Mas ai virão e dirão que “com camisinha não tem sexo e ele(a) pode procurar fora”, “ele(a) se sente desconfortável, diz que atrapalha”… Por favor, em que século estamos mesmo? Se ele(a) não aceita é porque não respeita a sua decisão sobre o que você faz com o seu corpo. Oras, não é isso a violência? O amor não é vacina, não gera anticorpos (apesar de aumentar a produção deles, provavelmente). Só cada um de nós sabe o que se passa com nosso corpo e podemos cuidar dele.
Os casos de AIDS entre mulheres com relacionamento estável estão aumentando mais que entre os homens. De grupo improvável/impossível passou a grupo de risco. Como lidar com a situação, hein? Não venho com o argumento de que “a camisinha evita a gravidez”, que essa decisão ainda é de cada uma. Mas acho difícil/impossível/inconcebível alguém contrair DST de livre e espontânea vontade. Pessoas com relacionamento fixo, sejam homens ou mulheres, cuidem-se! E não venham me dizer que pedem, antes de cada relação, um exame de sangue porque não cola. Camisinha, quando não é de graça, é barata. Pelo menos o custo benefício justifica. Oras, ter o prazer o sexo por bastante tempo e com segurança custa, numa média, 3 a 4 reais. Vale a pena não?
Beijos
Aleatoriedades – Enquanto não voltamos a programação normal…
Olá Pessoal
Apesar de não ter nada exatamente interessante para falar, venho dar sinais de vida e dizer que o blog não morreu.
Feliz ano novo a todos vocês que me aturam por quase um ano e veem meu esforço quase inútil em trazer bandas pouco conhecidas ou esquecidas à tona.
No mais, espero manter a média de posts semanais sobre bandas. Recuperarei isso assim que voltar a minha casa e conseguir selecionar boas bandas. Preparem-se para ler posts e posts seguidos.
Vejo vocês depois
Aleatoriedades – Blogs e suas ferramentas de divulgação
Boa noite pessoal!
Hoje estava eu trabalhando em meu artigo para a faculdade (já citado em um post anterior) quando me lembrei que estou aquém da maioria dos blogs realmente compromissados. Afinal, como um blog decente não está cadastrado no BlogBlogs??
Para quem não sabe do que se trata, essa ferramenta é uma busca brasileira de blogs. Tá, existe o google e talz e se você quiser o endereço de um blog é só digitar o nome dele no “guia do mochileiro das galáxias”. Porém, imaginem meu caso: sou uma completa viciada em música e adoro blogs. Unir os dois foi relativamente fácil, tanto como autora quanto como leitora. Porém, achar todos os blogs ai do lado não foi nada fácil.
E é aí que surge a beleza do BlogBlogs. Uma ferramente para achar só blogs, onde você pode, por exemplo, buscar blogs de Opera sem perder tempo vendo blogs de Rap ou Rock pesado. Isso porque quando algum autor cadastra o seu blog no BlogBlogs, ele escolhe uma categoria. E no caso da categoria música, escolhe uma subcategoria. Vai dizer que num é uma mão na roda?
E é por isso que estou postando. No processo de cadastro do blog você tem que “reclamá-lo” para si. Para isso tem que inserir um código HTML ou no template ou na página principal. E todo esse post é para eu colocar duas linhas de HTML, vê se pode…
Beijos e vejo vocês depois
Aleatoriedades – “Indecente, Imoral e Sem Vergonha”
Apesar do título eu não venho falar da banda Faichecleres. Dessa vez, o assunto é um pouco mais sério do que o que costumo falar aqui. Por sinal, o assunto de hoje pode me impedir de falar aqui, já que estarei privada do direito de conhecer bandas novas. Não vou enganar ninguém: apesar de só publicar só os myspace das bandas que falo, baixo alguns cd’s. Só assim consigo resenhar o cd todo e divulgar mais ainda. Só mantenho a produtividade (ainda que baixa) daqui por causa de blogs como os ao lado.
Aí surgem as leis. Leis dos direitos autorais e tudo mais. Pirataria, não-pirataria, copyright e copyleft, ouvir e não pagar por isso, ouvir e pagar por isso, baixar de graça e legalmente, baixar ilegalmente. Isso é só a ponta de um iceberg que surge diante do direito de ter ou não a informação. Apesar de todas as leis que existem para resguardar os direitos autorais de qualquer tipo, surge o excelentíssimo (?) senhor senador Eduardo Azeredo (PSDB/MG) e cria MAIS UMA LEI.
Não, não é uma leia APENAS anti-download. Na verdade, sua origem é justa: uma lei para tentar conter pedófilos e reais criminosos virtuais. Crackers (eles não merecem ser chamados de Hackers) e toda sorte de pessoas de má indole que circulam pela rede virtual e pelo mundo real sem saber que, apesar de tudo, o mundo virtual reflete o real. Causa justa, certo?
Ok, então vamos analisar primeiro a viabilidade dessa lei como está agora. Comecemos pela parte física da lei: log de 3 anos ficarão guardados. Logs que registram, ainda que em txt, toda a circulação de dados feitas por pelos usuários por três anos. Ou seja, vão vigiar o que fazemos na rede e manter as “fitas” durante três anos. Tá, qual é a possibilidade disso afetar aproximadamente 19 milhões de pessoa (chutando apenas os 10% da população com internet)?? Muitas!
Vamos lá. Todos nós vimos o big brother, ainda que por tédio. Imagine-se naquela situação. Só que sem ter como fingir. O teu provedor, que você paga, vai fornecer os seus dados para a justiça. E quem garante que ninguém vai mexer neles?? Nós estamos na internet, senhor Azeredo, e sinto informá-lo que NÓS sabemos com o que e com quem estamos lidando. Essas pessoas que, supostamente, serão pegas com a lei podem enganá-la durante o café da manhã.
E acabo de descobrir que, não basta tirar o download de nossas mãos. Sabem o myspace?? Aquele meio LEGAL E CORRETO de ouvir música?? Sabe aquele myspace DO SEU ARTISTA, QUE ELE POSTA AS MÚSICAS LÁ?? Pois é, esqueça-o. Na seca de evitar o streaming ilegal (não sei porque isso me soa ilógico, mas enfim), eles vão BANIR o streaming. Ou seja, ainda que EU faça uma música e que ela esteja em MEU nome no orgão responsável pelo registro, EU não posso postá-la no MEU myspace.
Entendem o que quero dizer? Entendem até onde isso vai? Não é o download ilegal de música, livros, filmes… É a proibição de grande parte dos meios que temos de conhecer as coisas. É como ter a rede em suas mãos e não poder usá-la para obter o conhecimento que ela mesma disponibiliza. É colocar um livro na sua frente, uma enciclopédia barsa todinha, e não deixar que você sequer toque nela. Algo que me soa como “Ignorância é força“. Esse papo tá me remetendo demais ao “1984″ de George Orwell. Estaria ai surgindo um Miniver?? Espero, com todas as forças, que não.
O livre acesso a cultura está garantido por lei. Confesso que, por vezes, pode parecer que ao baixar músicas estamos prejudicando o artista. Ai vou começar a roda de reclamações: isso não seria assim se os cds fossem baratos. Ai as gravadoras diriam: o governo cobra impostos demais. Ai o governo rebate que os impostos são justos, que o custo provavelmente é da produção. Até quando vamos ficar nessa discussão ilógica e privaremos todo e qualquer cidadão de um meio legal de acessar o que precisa para ter educação e cultura??
Prejudicar sites, como o tramavirtual, e artistas bacanas, como o próprio Faichecleres, com uma lei assim é frear a produção cultural já escassa no país. Com o perdão do termo, essa lei é mais uma “empata-foda” do que uma camisinha. É evitar uma gravidez mantendo o irmão menor na sala e privando o “Casalzinho pegando fogo” de “apagar o fogo” ao invés de propagar o sexo seguro e ensinar o uso da camisinha.
Enfim, depois dessa brisada mor, venho dizer que sou contra essa lei da forma que ela está. Privam-nos de inúmeras coisas, como a dignidade de ter um trabalho, um local seguro, um lazer barato. Vão nos privar, também da cultura que temos acesso? Travar nosso pensamento? Isso é querer massa de manobra pra se manter no poder.
No que depender de mim, digníssimos legisladores e gravadoras (favorecidas por debaixo dos panos), massa de manobra é a p&%$ que o trouxe ao mundo.
Abraços.
Aleatoriedades – Viciados em blog
Normalmente venho aqui falar de música e tudo mais… Porém, convenhamos: eu não conheceria metade das bandas que conheço sem os famosos blogs. Além disso, meu trabalho de Web na faculdade é sobre blogs. E eu adorei: sou uma COMPLETA viciada em blogs.
Não, blogs não precisam ser diarinhos adolescentes sem conteúdo. Conheço blogs de poesia concreta, blogs sobre cultura, blogs de crônicas, blogs de fofoca, blogs de informática… Tudo isso levado muito a sério, por pessoas que entendem do que estão falando e que dispensam seu tempo nesse hobby. Pode parecer estranho, mas algumas pessoas muito renomadas em seus meios mantém blogs sobre o assunto com o qual lidam todo dia: pessoas da informática falam de tecnlogias, musicos exploram o cenário e apostam nas novas tendências… E, assim, esse lindo mundo se torna uma mar de informação.
“Ah, mas informação de blog não é confiável”. A próxima vez que alguém dizer isso pra mim ficarei, no mínimo, triste pela parvalhice da pessoa. O blog pode ter, sim, testemunhos de autoridades na área. Além disso, a informação de blogs sérios costuma ser pesquisada em outras fontes e, portanto, já vem filtrada e com novas idéias baseadas nas pesquisas feitas.
Todo esse post foi feito para falar de como essa nova mania tem tudo pra dar certo. Se até empresas estão usando blogs – falarei sobre eles assim que meu artigo estiver realmente pronto – porque pessoas não podem fazer da ferramenta um “hobby sério”?? E qual o problema em ler blogs e tomar conhecimento por eles de várias coisas??
Por isso, eu assumo: sou uma viciada em blogs. Basta ver os links ao lado. E, em seguida, está o meu nível de vício em blogs com o link para o teste: 78%
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Aleatoriedades – Fan-pack
Pela segunda vez desde a criação desse site não vou fazer uma resenha. Hoje vou falar ainda sobre música, mas não sobre um artista ou um estilo… Falarei sobre uma nova modalidade de compilação que, até onde sei, surgiu na internet: a fan-pack.
Explicando de maneira simples, rápida e indolor: pelo que tenho observado, a fan-pack nada mais é do que uma compilação de versões diferentes de músicas e das b-sides de uma banda. Não atoa esse tipo de “coletânia” leva esse nome: ela depende de um fã que tenha esses arquivos e é gerada para os fãs dessa banda. Uma fan-pack tem coisas que só que realmente gosta da banda apreciará ou se determinará em buscar.
Eu, particularmente, to me tornando uma adoradora dessa “moda”. Coloquei “moda” assim, entre parentêses, pois não sei se fan-pack é um fenômeno recente e nem se virou febre. Tenho notado, nos blogs que estão ai do lado, uma aceitação grande por parte dos usuários da internet para essa forma de divulgação de arquivos. Vamos ser sinceros: uma fan-pack bem elaborada, normalmente em conjunto, é bastante completa e auxilia muito os fãs da banda. Sabe aquela música que ninguém tem? Tá na fan-pack porque um cara editou o aúdio dela de algum lugar. Sabe aquele cover maravilhoso que só tem em aúdio de show ruim? Outro fã pode ter um bom aúdio dela.
Traduzindo: meu sonho é conseguir organizar boas fan-packs de bandas que gosto. Uma já tem, muito bem organizada (e eu já a baixei): a fan-pack do paramore é muito boa. Outra bem legal é a da Kate Nash (de quem pretendo falar futuramente). Falta uma do Ludov… O Killers também precisa de uma fan-pack, ainda que o cd “Sawdust” tenha cumprido boa parte desse papel.
Fãs, unam-se! As fan-packs dependem de vocês!
Vejo-os por ai…
E que a força esteja com vocês…
Calma, esse carro não é do Speed Racer e eu não errei o título. Apesar de estar um tanto fora da mídia, esse ano Star Wars completa 30 anos e o Brasil recebe a Expo Star Wars. “O que isso tem demais???” , você deve estar se perguntando, caro leitor. Pois bem: eu, como boa nerd que sou, resolvi ir junto com meu irmão checar essa parada aí.
Antes de mais nada, devo dizer que eu não sou fã de star wars. Ai vocês viram e dizem: “então porque cargas d’água você foi???”. A resposta é simples: meu irmão curte, e hoje ele também completa trinta aninhos de vida. Mano, no meio desse post, você recebe meus parabéns!! Que a força esteja sempre com você, meu caro.
Continuando o assunto real. Bem, pra começar, indico para estudantes ou pessoas um tanto abastadas: o ingresso, 30 reais inteira e 15 reais a meia, é salgado mas vale bastante a pena. Na fila do ingresso, ou mesmo nos arredores, você vê pequenos padwans, ou melhor, pequenas crianças falando sobre o assunto. Por incrível que pareça, isso é possível, e elas querem mostrar o que sabem sobre a série.
Lá dentro, além de todas aquelas (ou essas) peças lindíssimas, tem a academia jedi. Claro, pagásse um pouco a mais para ter essa regalia, mas para quem é fã vale muito a pena. Aliás, dinheiro é algo muito bom de se ter ao sair do evento. A loja ali montada com souvernis tem artigos muuuito legais como camisetas, miniaturas, chaveiros e bonés da exposição.
Por fim, indico muito a parte do palácio. Como, do pouco que conheço de SW, sou árdua defensora do império, me diverti demais nessa parte, vendo artigos muito legais como a mesa onde nasce o graaaaande vilão (ou nem tão grande assim, pelo que sei) Darth Vader. Sinceramente, é uma das melhores partes da exposição.
Pra quem tá em sp e curte a série, é uma ótima pedida.
“Em um estado sombrio nós nos encontramos… um pouco mais de conhecimento iluminar nosso caminho pode” (Mestre Yoda)
See ya later
Alterando…
Bem, como o próprio título diz, estou alterando meu blog. Migrar do Blogger por WordPress foi uma idéia que surgiu assim que li o wordpress de uma amiga minha. O design é mais limpo e me parece melhor para o que quero.
Só pra introduzir o que falarei aqui, semanalmente me comprometo a fazer a resenha de algum disco aleatório. A princípio, vou fazer a resenha do que tiver no meu player, o que nem sempre quer dizer que o cantor tenha um disco completo ou lançado, mas aceito sugestões de discos, afinal adoro música.
Vez por outra, também, comentarei algo sobre tecnologia, rpg e eventos em geral. Esse blog não tem fins lucrativos (como a maioria dos blogs), tendo apenas o enfoque de expor opinião e mostrar coisas novas (ou não tão novas assim).
See ya later





