Resenha – Stars em “Set yourself on fire”

Maio 29, 2008 at 9:20 am (Música) (, )

Hey Pessoas!

A resenha dessa semana é sobre uma banda que eu conheço a coisa de um ano. A banda não é nova, mas não sei de muita gente que a conhece. O Stars é uma banda canadense que estourou nos EUA no ano de 2004, com o disco que será aqui comentado “Set yourself on fire”. Seu último disco lançado foi o “In Our Bedroom After the War”, no ano de 2007.

O cd começa com uma música agitadinha, super fofa, chamada “Ageless Beauty”, e essa música foi responsável pelo sucesso da banda. Com uma roupagem tipica do indie rock, não é surpresa que a música tenha feito sucesso. O que surpreende, pelo menos para mim, é o vocal da Amy Millan, que fica longe de ser algo agitado e mais longe ainda de não combinar com Rock.

Em compensação, depois de “Ageless Beauty”, o cd de 13 trilhas deve contar apenas com mais 4 músicas agitadas, sendo que as outras 8 músicas são mais calmas e, pra mim, mostram o diferencial da banda. Por sinal, eles não se consideram indie, mas, de acordo com o myspace da banda, “Melodramatic popular song”. Eles não fazem músicas tristes com cara depressiva, mas sim músicas tristes com um ar saudosista. E eu gosto de músicas sim. Nem tudo no mundo precisa ser feliz, oras!

Eu, particularmente, recomendo nesse cd as faixas “Celebration Guns” (que ouço agora), “One more night (Your ex-lover remains dead)”, “The First Five Times” e “Your ex-lover is dead”. São as minhas favoritas, apesar de não estarem em ordem de preferência.

O myspace deles está com o novo cd, do qual não posso falar agora porque simplesmente não conheço. Assim que escutar com calma, falarei dele. Mas fica a dica. Ouçam a banda ainda que seja o cd novo. Eles valem a pena.

MySpace – Stars

“When there is nothing left to burn, You have to set yourself on fire.” (Your ex-lover is dead – Stars)

See ya later

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Resenha – Gavin DeGraw em “Gavin DeGraw”

Maio 20, 2008 at 9:50 am (Música) (, )

Olá Pessoal.

Antes de tudo, vamos ao primeiro comentário da resenha: A maioria dos artistas/bandas colocam seus respectivos nomes no primeiro disco. Gavin DeGraw vem contra essa onda e coloca seu nome no segundo disco. Conhecido por ser o cantor da abertura da série “One Tree Hills” (ou “Lances da vida” segundo o SBT), parecia que o homem ia ser mais um “one hit wonder”. Baixei os dois cds dele (infelizmente, a renda de universitária não me permite comprar nem pão na esquina, quem dirá cd) e, realmente, me impressionei. Principalmente por ele ter lançado um segundo cd.

Não que Gavin traga algo realmente novo, revolucionando meu pensamento sobre a música. É justamente ai que mora o que ele tem de legal. Mantendo a linha do pop ou pop-rock grudento, que 90% das pessoas gosta/escuta/suporta, é bem seguro que esse cd não desagrade ninguém. Eu, particularmente, gostei. Achei que ele resolveu misturar um ou outro detalhe nas músicas que fizéram delas músicas únicas sem serem estranhas aos ouvidos. Uma música fácil de ouvir, sem ser chata.

Apostando em algo menos pop, com um violão/guitarra um pouco mais agitado e um piano/teclado levando a música de forma ritmada (principalmente na faixa que escuto agora, “I have you to thank”), o músico pode tirar de si o rótulo de “música de seriado”. Criou uma identidade mais forte sem mudar a o próprio estilo, provando que nem sempre é necessário mudar tudo para impressionar.

Pena que esse moço ainda não libera as músicas para download. Mas ele deixa a gente escutar o cd todo no MySpace dele. Recomendo “I have you to think”, “Cop Stop” e “We belong together”.

MySpace – Gavin DeGraw

” Someday when you’re lonely / Sometime after all this bliss / Somewhere lost in emptiness / I hope you find this gift…” (We belong together – Gavin DeGraw)

See ya later

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Resenha – The Filthy Youth

Maio 15, 2008 at 8:50 am (Música) (, )

Hey Pessoal!

Não, essa foto não é do Chuck do seriado Gossip Girl e esses não são novos personagens. Tá, pode até ser do ator que faz o Chuck, porque é mesmo a foto do Ed Westwick. Mas garanto que não é nada novo do seriado. Como o nome do post diz, isso aqui é uma resenha sobre uma banda. Que culpa tenho eu se a banda é ótima e tem o Ed Westwick como vocal.

O “The Filthy Youlth” me veio justamente pelo seriado, já que uma amiga foi pesquisar sobre o Ed e achou o myspace da banda. Primeiro ponto positivo: músicas pra download. Tem 5 demos lá pra você ouvir e falar: “Deixe de ser ator Ed, sua voz é deliciosa cantando”. No melhor estilo Brit Rock (Ou Indie Rock, ou Alternativo…), lembrando muito a pegada do Arctic Monkeys e The Libertines, os 5 rapazes tem algo em torno das 22 mil execuções no LastFM. E podem revirar a internet, vai ser difícil achar algo além das 5 demos pra baixar.

Fato é que a banda estourou (pelo menos esse é o boato) por ter duas músicas no seriado Gossip Girl. Sinceramente, eu escutaria mesmo se não tivésse o seriado, desde que a descobrisse. A guitarra de rock dançante anima qualquer pessoa e, como já disse, a voz de Ed Westwick é simplesmente deliciosa. Ele não precisa forçar tanto quanto outros cantores para sair uma voz meio “gemida”.

Fora isso, muitos diriam que é uma banda sem nada a acrescentar. Eu, particularmente, quero bandas que acrescentem boa música no cenário musical em geral. E isso nem sempre quer dizer criar coisas novas ou mudar totalmente o que já existe. Temos bandas com anos de carreira que não acrescentaram nada e bandas de “5 minutos” que mudaram totalmente o jeito de se pensar em música. Pelo menos eu acho isso.

Agora, ‘bora parar de ler e ouvir coisa boa minha gente!

The Filthy Youth – MySpace

Apenas um defeito: não acho as letras da banda. Por tanto, fiquem com o nome de uma das músicas.

“Boys don’t smoke”

See ya later

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Resenha – Rafael Sonic em “Histórias de Quem Sai de Casa”

Maio 7, 2008 at 9:17 am (Música) (, , )

Hey Galera!

Nessa nova resenha, falarei sobre um dos nomes que mais gostei de descobrir na Trama Virtual. Rafael Sonic me impressionou por ter uma coisa que me lembra, vagamente, Zé Geraldo. Sabe aquela pegada folk bem calma, com letras poéticas, que você pensa ser trilha sonora de filme infantis dos anos 60? Pois é, essa foi minha impressão ao ouvir Sonic pela primeira vez.

Com um violão gostosíssimo, a voz calma, letras fofas e uma coisa que remete ao campo (características um tanto folks), Rafael Sonic consegue inovar com o tipo de letra. Alguns diriam que tem inspiração no clube da esquina (14 Bis, Milton Nascimento e coisas parecidas), mas o mesmo assume ter influências como Pink Floyd e, pasmem, trilha de jogos dos anos 90.

Eu, particularmente, escolhi este dentre os 3 cds dele por uma música em especifica: “Livros”. Pode parecer boba para muita gente, mas a letra explica muito bem o que eu sinto quando leio. Você consegue viajar quando lê, e o músico consegue passar isso na música! É algo diferente, você conseguir expressar por um meio artístico a sensação de outro. Outra música deste álbum que vale a pena é “Me leva pra poeira das estrelas”, por passar algo de liberdade saudosista, como quem sente saudades boas daquilo que está se libertando.

Enfim, cada pessoa sente a música de um jeito, e esse é só o meu jeito. Para que vocês descubram o jeito que vocês sentem a música do Rafael Sonic, vou por aqui o MySpace e o Trama Virtual, porque esse rapaz sabe o que é bom e coloca as músicas para download gratuito!

MySpace – Rafael Sonic
Trama Virtual – Rafels Sonic

“Conheço outros países tão distantes, sou dos mares navegante, tenho norte, tenho sul. Meu barco tem cabelo, sobrancelhas, dois olhos e ouvidos, e tesouros a procurar” (Livros – Rafael Sonic)

See ya later

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E que a força esteja com vocês…

Maio 3, 2008 at 10:03 pm (Notícias e Crônicas) ()

carro do star warsCalma, esse carro não é do Speed Racer e eu não errei o título. Apesar de estar um tanto fora da mídia, esse ano Star Wars completa 30 anos e o Brasil recebe a Expo Star Wars. “O que isso tem demais???” , você deve estar se perguntando, caro leitor. Pois bem: eu, como boa nerd que sou, resolvi ir junto com meu irmão checar essa parada aí.

Antes de mais nada, devo dizer que eu não sou fã de star wars. Ai vocês viram e dizem: “então porque cargas d’água você foi???”. A resposta é simples: meu irmão curte, e hoje ele também completa trinta aninhos de vida. Mano, no meio desse post, você recebe meus parabéns!! Que a força esteja sempre com você, meu caro.

Continuando o assunto real. Bem, pra começar, indico para estudantes ou pessoas um tanto abastadas: o ingresso, 30 reais inteira e 15 reais a meia, é salgado mas vale bastante a pena. Na fila do ingresso, ou mesmo nos arredores, você vê pequenos padwans, ou melhor, pequenas crianças falando sobre o assunto. Por incrível que pareça, isso é possível, e elas querem mostrar o que sabem sobre a série.

Lá dentro, além de todas aquelas (ou essas) peças lindíssimas, tem a academia jedi. Claro, pagásse um pouco a mais para ter essa regalia, mas para quem é fã vale muito a pena. Aliás, dinheiro é algo muito bom de se ter ao sair do evento. A loja ali montada com souvernis tem artigos muuuito legais como camisetas, miniaturas, chaveiros e bonés da exposição.

Por fim, indico muito a parte do palácio. Como, do pouco que conheço de SW, sou árdua defensora do império, me diverti demais nessa parte, vendo artigos muito legais como a mesa onde nasce o graaaaande vilão (ou nem tão grande assim, pelo que sei) Darth Vader. Sinceramente, é uma das melhores partes da exposição.

Pra quem tá em sp e curte a série, é uma ótima pedida.

“Em um estado sombrio nós nos encontramos… um pouco mais de conhecimento iluminar nosso caminho pode” (Mestre Yoda)

See ya later

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