#memedefevereiro – Quem sabe um bom amigo lhe faria muito bem…

“As vezes a questão é porque…”

Sabem, não é exatamente segredo que sou fã de Ludov. E muitos dos meus amigos já foram obrigados a ouvir essa banda linda. Ai uma das maiores e melhores amigas que a vida se encarregou de colocar no meu caminho, ouvindo essa música, me disse: “Fran, é a sua música: ‘Por que você se leva tão a sério?'”.

Ai eu fiquei pensando bem, e na verdade essa música pode ser minha sim, mas pela frase que está no título. Um bom amigo me faz bem. Na verdade, meus bons amigos me fazem bem. Muito. Pra alguém que só foi fazer amigos aos 15 anos pois ou fazia amigos ou ficava sofrendo sozinha – bad feelings que não to afim de falar agora – essa frase faz muito sentido.

Então venho, por meio desta, declarar amor eterno e incondicional àqueles que:

  • Me deram puxões de orelha;
  • Me deram conselhos;
  • Me fizeram matar aula pra rir – e pra jogar “Eu nunca”, e pra passar a tarde tomando sol no gramado da escola; e dançar PUMP; e tocar violão…
  • Me fizeram conhecer novos lugares
  • Me acompanharam nas noites e nos dias da vida…
  • Me fizeram crescer – conhecendo outras realidades, outras maneiras de pensar…

E, finalmente

  • Me apresentaram novos amigos: porque amigo bom vem em bando

Prova disso é a fonte desse meme – o LuluzinhaCamp. E tem também o Blogueiras Feministas, o Garoa HC, a galera da Faculdade, a galera da ETE, a galera da PotterCon, a galera da PotterSampa, a galera do Harryoteca, a galera dos fóruns de RPG… E aos amigos que a vida colocou no caminho e ficaram

A todos meus amigos – de perto, de longe, virtuais, conhecidos ao vivo… Vocês são parte do que sou, espero conseguir retribuir de maneira justa.

“Este post faz parte do Meme de Fevereiro, uma iniciativa das interneteiras do LuluzinhaCamp, que tem como única intenção, a diversão. Porque somos blogueiras e adoramos blogar, simples assim. Se você tem blog, corre para participar, clique aqui e saiba mais.”

Resenha – Fountains of Wayne em “Traffic and Weather”

Olá pessoal!

Então… De novo eu vou falar de um disco que não é nada novo. O Fountains of Wayne foi uma banda que uma amiga me apresentou por volta de 2007, justamente o ano de lançamento do cd “Traffic and Weather”. O cd mais recente da banda é de 2011, porém o “Traffic and Weather” é o meu preferido. Eles fazem um power-pop de qualidade e, bem, acho que todo mundo podia conhecer o trabalho deles. Vamos então começar?

“Someone to love” abre os trabalhos com um riff de guitarra cheio de efeito em cima de uma base bem suja. A bateria e o baixo aparecem mais depois e o vocal tende de leve ao grave. É uma música com uma boa levada pra rádio. Em seguida vem uma das minhas favoritas, “92 subaru”. É mais agitada, tem um vocal menos cantado e mais recitado nas estrofes e um refrão bem grudento. O piano pontuado aqui e ali na música, o baixo mesmo apagado fazendo algumas brincadeiras nas estrofes e, como bom power-pop, guitarras destacadas e aceleradas. Ai vem “Yolanda Hayes” fazendo as vezes do pop no cd. Guitarra ritmada, baixo aparecendo aqui e ali, o piano fazendo uma base animadinha e a bateria sustentando tudo isso. Legal é o jogo de vozes que a banda faz em todas as músicas. Nota para os naipes de metal na música, que dão ainda mais ares pops para elas.

O cd volta para a parte mais alternativa com a faixa-titulo. Guitarra bem marcada e suja, bateria fixa e vocal sintetizado. O baixo quase não aparece, o que é uma pena, mas a guitarra é tão marcada que o baixo nem precisa aparecer mesmo. Com ares country vem a tranquila “Fire in the canyon”. Mesmo sendo acelerada, é uma das músicas mais tranquilas do cd, e a mais limpa, onde você ouve o violão, a guitarra, o piano, o baixo e a bateria praticamente sem efeitos. E ainda tem um violino chorado pra confirmar o country da música. Pra compensar a ausencia de sintetizadores “This better be good” começa com uma torrente deles. Depois de um xilofone safado na primeira estrofe, a guitarra volta mais sujinha, a bateria sustentando muito bem sem tanto auxilio do baixo, e o piano bem ritmado. O sintetizador percorre a música toda em riffs bem engraçados.

“Revolving Dora” engana a gente. Parece que vai ser música triste nos 3 primeiros segundos, mas a gente leva uma virada de mesa daquelas. Acelerada, cantada toda com mais de uma voz, mais aguda que as músicas anteriores e com o baixo fazendo um papel mais marcante na melodia que antes. A guitarra não vem tão suja também. Ai toda essa aceleração morre em “Michael and Heather at the baggage claim”. Música leve, com uma vocalização bacana dos backvocals fazendo a ponte entre as estrofes. Sintetizadores em todos os lugares possíveis – mentira, não tem na bateria – dão um ar mais tranquilo pra música. É uma das músicas mais fofas do cd. “Strapped for crash” vem toda pop, com naipes de metal acompanhando o baixo lindo e a guitarra só fazendo base junto com a bateria e o piano. O vocal vem todo sintetizado, e a música serviria bem em ambientar a história da letra: alguém que tá atrás de grana para pagar divídas e faz isso apostando, por exemplo.

Em “1-95″, um violão acompanhado de uma guitarra cheia de distorções, sem bateria ou baixo por perto, vem com um vocal mais triste, melancólica. O piano e a meia-lua aparecem no refrão, e é uma música de amor tão linda. Mas todo romantismo de uma melodia melancólica se quebra diante da animação quase excessiva de “Hotel Majestic”. Piano sintetizado de base, guitarra riffada, bateria e baixo sustentando tudo isso. O jogo de vozes aparece menos, o que é um pouco triste. “Planet of weed” vem lenta e com bastante sintetizador na introdução, porém fica basicamente violão/guitarra, bateria e baixo na estrofe. Música mais lenta, bem condizente com um “planeta de maconha”.

Uma pegada de fazer inveja a Jonas Brothers e afins vem em “New Routine”. Guitarra ritmada, sintetizadores no piano, música acelerada e um vocal baixo. Tudo junto gera uma tensão que precisa ser resolvida – e é – no refrão. Claro que a pré-refrão aumenta um pouco a tensão. Mas é, tranquilamente, a música mais pop do álbum. E o cd encerra com ares country de novo, com uma gaita carregada na introdução de “Seatbacks and Traytables”. Música lenta, com um banjo e baixo destacados, quase sem violão ou guitarra e a bateria fica só tocando o bumbo e a caixa com a vassourinha. Um violino aparece e o jogo de vozes também no refrão.

Primeiro: sensacional essa flutuação de estilos que o pop do “power-pop” da banda permite. Fazer música bebendo de diversas fontes faz com que se quebrem as barreiras de preconceito que alguns insistem em ter. Segundo: poucas bandas conseguem fazer um power-pop tão indierock quanto o Fountains of Wayne. E, por fim, vocês precisam ouvir essa banda!

“t’s a nine hour drive / From me to you / South on 1-95 / And I’ll do it ’til the day that I die If I need to / Just to see you” (I-95 – Fountains of Wayne)

#memedefevereiro – Caro São Valentim…

Acho que chegou a hora de falarmos cara a cara, seu Valentim…

Acho que é melhor pararmos com essa palhaçada de eu me apaixonar sem nem porque, com uma facilidade incrível, pela maior variedade de caras que consegui enxergar: de completos idiotas a caras extremamente fofos. Sabe, uma hora cansa essa coisa de não ser correspondida, ou de achar que sou. Nessas horas eu prefiro clareza, São Valentim. Clareza da verdade, daquelas que me permitem encarar o dia de amanhã uma pequena certeza do que me espera.

O senhor ai sabe que essa clareza não me é muito permitida né? Essa coisa de garota que se expressa costuma assustar alguns exemplares. Além disso, por favor, faz com que eu pare de me apaixonar por amigos? Isso atrapalha tudo quando o alvo da paixonite não entende que a amizade pode persistir mesmo depois de eu levar um fora – e que eu posso ser legal sem dar em cima dele, que eu entendo que o não dele é não. Acho que a espécie masculina – sei que to generalizando, mas veja, as minhas experiencias comprovam – acha que a gente não entende um não. Bem, eu entendo….

Aliás, cê sabe que eu to numa paixonite meio estranha né? Ou o moço tá transmitindo sinais errados, ou eu to lendo as coisas de maneira errada. Mas parece que ele corresponde. Então, por favor, evite que ele leia esse post. Porque dessa vez eu não quero, seu Valentim, me valer de cartas, e-mails, arquivos .doc ou coisas assim.

Dessa vez, e só dessa vez seu Valentim, me de coragem pra falar olhando no olho.

“Este post faz parte do Meme de Fevereiro, uma iniciativa das interneteiras do LuluzinhaCamp, que tem como única intenção, a diversão. Porque somos blogueiras e adoramos blogar, simples assim. Se você tem blog, corre para participar, clique aqui e saiba mais.”

Resenha – Boyce Avenue em “All you’re mean to be”

Hey, acharam que eu tinha esquecido de novo da resenha, certo?

Pois acertaram! Mas vejam, estou de férias do trabalho e revendo meu HD, então pode ter certeza que vai ter post agendado por um bom tempo, alguns rascunho e vou fazer meu máximo para não repetir bandas aqui – ainda que alguns álbuns clamem por uma resenha. E a banda de hoje me foi mostrada por algumas pessoas antes de eu ouvir de fato. O Boyce Avenue é um grupo formado por três irmãos norte-americanos. E o cd que vou falar é o primeiro cd deles – de 2008. To atualizada, falem ai….

“Hear me now” vem com todas as características do pop-rock americano: violão bem aparente, alguns riffs de guitarra, um vocal bacana, nada muito acelerado. O vocal consegue ser suave em uns momentos – nas estrofes, por exemplo – e um pouquinho rouco em outros – no refrão, claro. “Dare to believe” tá num clima de balada mesmo – ao contrário do que as pessoas pensam, baladas são músicas doces, aquelas pra dançar com rosto colado sabe? Já em seguida, um vocal mais grave e um pianinho começam “On my way”. A bateria aparece depois da primeira estrofe com a guitarra, é uma música quase densa. A densidade vai diminuindo com a evolução da música, mas ela não fica completamente leve.

A animação volta com “All the while”, que traz mais guitarra, o vocal mais rasgado do que antes. É música romântica, mas sem ser de melodia melada como as anteriores. E “Change your mind” – que já teve em post neste querido blog – vem mantendo o clima da música anterior. A diferença são os backvocals mais especiais e a bateria com aquela vassourinha no chimbal (se você não sabe o que é uma vassourinha no chimbal é só ver os links antes de tentar pensar besteira). O clima mais romântico volta com “Find me”. Começa com um dedilhado fofo no violão e um riff de guitarra bem calmo. Ai vem o vocal e faz a gente se derreter toda. É mais balada que “Dare to believe”. O baixo – OLHA, ELE EXISTE – aparece um pouco mais e a bateria fica de levinho só no chimbal. Ai no refrão o bumbo vem bem marcado. O que importa mesmo é que é uma música deliciosa.

“Not Enough” vem com mais efeitos que as outras, com mais peso também. Apesar do nome me lembrar a homonima do Van Halen, a música não tem nada a ver. A bateria bem mais aparente, o baixo também, e tem um vocal bem mais rasgado nas estrofes do que antes. O piano de fundo mantem o pé no pop, mas é claramente uma das músicas que pendem pro rock no disco. O combo violão dedilhado + riff de guitarra volta a atacar em “So much time”. O baixo some de novo, mas deixa a bateria. O refrão não consegue resolver a estrofe, ficou estranho, mas a música continua boa.

“Tonight” começa com uma tensão que a guitarra e a bateria resolvem bem sem nem o vocal entrar. Estranho mesmo ficou o vocal mais grave. Dava para usar um pouco mais do vocal e garantir mais energia. Talvez usando o tom de voz da ponte e diminuir a tensão da música no geral. Mas no final a música recupera os pontos estranhos do começo e fica linda. E o cd encerra com uma versão da primeira música acústica. Violão, piano, meia-lua, baixo… Bem bacana mesmo, mostra o poder da banda.

São 40 minutos do pop-rock mais cliche – e nem por isso ruim. Poderia ser trilha de umas 80 comédias românticas, no entando não é. No fim das contas, é um bom cd para ouvir acompanhado no dia de São Valentim.

“A tear must have formed in my eye / When you had your first kiss / But I’m on my way, on my way / So leave a space deep inside / for everything I’ll miss” (On my way – Boyce Avenue)

#memedefevereiro – Segurança na Web (Ou como eu já fui uma completa irresponsável)

Então gente, os memes do LuluzinhaCamp seguem pelo ano e isso vai ser sensacional porque postar toda semana é promessa né? E promessa é dívida. E um Lannister… Ok, eu não sou uma Lannister mas pago minhas dívidas. E nessa semana é pra gente falar de segurança na Web. Eu tava completamente sem saber o que falar, cogitei até a falar de Engenharia Social e citar o Kevin Mitnick. Só que ontem, conversando com as Lulus, lembrei de um dos inúmeros casos relacionados a insegurança na Web que eu passei antes de tomar certa consciencia do ambiente.

Eu sempre fui fã de Harry Potter, e isso não é segredo. Na época que eu era mais aficcionada, era de ler fanfics – os fãs pegam o universo, no caso Harry Potter, e criam suas próprias histórias paralelas a principal. Só que eu não tive internet em casa sempre, acho que passei a ter no alto dos meus 14 anos. Antes disso meu irmão ia em uma lan house semanalmente, baixava e-mails e os sites de fanfic e voltava pra casa. Eu passava a semana lendo os e-mails e as fanfics.

Ai um belo dia eu mandei um e-mail para uma autora de uma fanfic que li. Até ai nada anormal, não fosse eu ter falado pra ela responder por CARTA. Além do mico eu corri um risco COMPLETAMENTE desnecessário, porque eu mandei meu endereço para uma COMPLETA DESCONHECIDA. Isso porque eu não tinha ciencia dessa insegurança. Por sorte a menina em questão é uma pessoa bacana com a qual troquei cartas por uns 3 anos.

Mas ai vem a questão: não dá pra apostar que a pessoa que está do outro lado é completamente gente boa, mesmo que você a conheça. Quem dirá se você não conhece a pessoa. Isso vale tanto para a minha completa irresponsabilidade quanto para redes sociais e coisas do gênero. É completamente plausível que as pessoas utilizem de engenharia social para obter as informações, e nem é tão difícil.

Pra ter uma idéia do que é Engenharia Social o artigo da Wikipedia e a matéria do Tectudo tá bem bacana. Se você se preocupa com tudo e não entende de engenharia social, pode ser que toda medida de segurança que você tomou dê em nada. E nada é 100% seguro.

“Este post faz parte do Meme de Fevereiro, uma iniciativa das interneteiras do LuluzinhaCamp, que tem como única intenção, a diversão. Porque somos blogueiras e adoramos blogar, simples assim. Se você tem blog, corre para participar, clique aqui e saiba mais.”

Resenha – Drosophila em “Pastilha Efervescente”

Oi gente!!

Então, eu prometi que todo primeiro sábado – tá que já não é sábado, mas né? – do mês ia ter banda nacional sendo comentada por aqui. E ai que eu não tive como vasculhar a trama essa semana pra ver que que tem de bom e novo. Portanto vasculhei meu HD e achei uma verdadeira pérola. A Drosophila – e não estou falando da mosca – é majoritariamente de Santos/SP e se não me engano a banda acabou e/ou está em um hiato. Porém, contudo, no entanto e toda via esse álbum faz parte da minha trilha de banda nacional a alguns anos, porque foi bem na época que eu comecei a mineirar essa cena maravilhosa e virou um dos meus prediletos. Enfim, vamos ao que interessa?

O cd todo tem bastante guitarra, e no geral bem suja, contrastando com a voz da Ana Pimentel. Em “Fora”, música que abre o cd, isso é bem perceptível. O baixo faz uma linha escondidinha lá no fundo, nada de sintetizadores e a bateria marcada. Em seguida vem a música “Alta Ansiedade”, onde algum sintetizador aparece na introdução só que logo some. Uma das melhores caracteristicas da Drosophila são as letras, muito boas e marcantes. A levada de rock anos 90 impera novamente, só que dessa vez o baixo aparece mais que a bateria. “Esperança em você” é outra que o baixo aparece mais que a bateria. O legal é o contraste com o vocal agudo a Ana e o backvocal – que acho ser da Elaine. “Sua Musa” começa com o baixo só. Aliás, um toque que me lembra o da “chamada a cobrar”. A guitarra só aparece no refrão e com vontade, mas eu gosto mesmo dessa música pelo baixo.

“Sem coração, sem amor” é uma música mais lenta, onde baixo e guitarra intercalam e uns riffs da guitarra aparecem aqui e ali. O vocal fica mais suave. É mais tristinha que as anteriores, também. Mas ai logo vem “Tão Mutável” cheia de energia, com baixo e guitarra equalizados e talz. A letra é uma das minhas prediletas. A música é bem mais ritmada, bem mais marcada – inclusive no vocal. “Entrelinhas” é só instrumental, com a guitarra mais suja que o padrão, e o baixo num riff fixo, fazendo um interludio de meio de cd. “RN” é toda baixo nas estrofes, com a guitarra fazendo a ponte e um riff leve na estrofes, mas nada grave. A música toda é leve, com um pré-refrão fofo e um refrão que trás o sentido do nome da música.

A maior música do cd é “Apesar de amanhã”, que começa com um violão sincero e o maior clima de “No Rain”, do Blind Melon – influencia dos anos 90 de cabo a rabo. Outra letra fantástica, mas a melodia um pouquinho diferente do padrão. Isso por ser uma melodia mais limpa, com violão no lugar da guitarra suja. “Pastilha Efervescente” começa com o baixo forte e a guitarra suja, voltando pro clima do disco. O vocal agudo casando completamente com a melodia, apesar de ser uma combinação um tanto fora do padrão. Em seguida vem “Peça Frágil”, densa, grave, com o baixo forte. O vocal fica mais denso também, e aqui e ali aparece um sintetizador. É outra que foge do clima animado do cd.

“Para-quedas” quebra essa densidade. Algum sintetizador/distorção aparece quando a guitarra aparece nas estrofes. Destaque pra bateria que sustenta a música toda, trazendo a energia necessária pra quebrar o clima da música anterior. “Estelar” vem cheia de sintetizadores na guitarra e no vocal, sem bateria e com o baixo tão loge e apagado que quase não se nota. O vocal fica ainda mais aparente, ainda mais destacado. E o cd encerra com “Vinheta Final”, de introdução quase tribal de tanto ritmo com o baixo e a bateria sem a guitarra. Ai entra distorção forte e forte e acaba com tudo.

CD curtinho e fantástico em termo de letras, mas verdadeira pérola e demonstração da capacidade do nosso rock. E quer melhor? Tudo na faixa lá na trama virtual.

“E eu aprendi a viver / Dias cansados e noites sem sono / Te assisto até amanhecer aos poucos / E eu só me deixo levar / Pelos instantes que estive ao seu lado / Que lua é essa que me faz morrer aos poucos?” (Estelar – Drosophila)

#memedejaneiro – Como salvar um dia ruim

Eu vou começar o post já com uma dica de como salvar um dia ruim. Ou melhor, quais músicas me salvam de maus dias… Só que a gente pode ter tantas razões para maus dias, certo? No meu caso, se o dia foi terrivelmente terrível eu tenho que tocar violão, ouvir música só não basta. Mas pra quando só ouvir a música – ou cantá-la no ponto de ônibus, coisa que faço muito – resolve, seguem algumas sugestões por “categoria”.

Quando o dia COMEÇA mau…

Dave Matthews band é muito, muito animador. Pelo menos na maioria das músicas. E a letra dessa música, apesar de não exatamente animadora, me faz pensar muito de outra maneira. Além disso a melodia é bem pra cima, bem animada, gosto demais.

Foo fighters é um dos meus melhores “healers”. A energia deles, as letras, tudo combinam muito com a melhora de animo que preciso. Por isso pra melhorar o dia logo de cara, Learn to fly é perfeita.

Quando o dia TERMINA mau…

Não é segredo para ninguém que eu sou fã de paramore. É outro dos meus melhores “healers”. Mas “Careful” exorciza demônios, tanto quanto “Emergency” ou “Stop this song”. Gosto demais.

Se não tenho demônios a exorcizar, mas sim me tranquilizar, essa é a melhor versão da segunda melhor música do Foo Fighters (a melhor exorciza demonios e se chama “The pretender”). Lição e lema de vida a letra dessa música.

Quando você tá mau de amor….

“You plus me is bad news”… Isso aconteceu TANTO comigo… Apesar de ser música mais pra quem não aguenta relacionamentos conturbados e complicados, mesmo apaixonado, ela me tranquiliza o coração quando eu tomo pé na bunda, quando relacionamentos não dão certo…

Outra que ouço com frequencia… Chega uma hora que eu me convenço de que, se a paixão é um mau hábito, é melhor me livrar desses sentimento… Mas demooooooora… Bom é saber que Joss Stone estará lá, sempre me entendendo…

A sabedoria dessa música já me salvou de fazer muita besteira… Manter o “simple little kind of free” em mente sempre me salva de enrascadas amorosas…

“Healers” para qualquer situação

Eu confesso que demorei para gostar dessa música, mas agora ela é tranquilamente uma das minhas favoritas no mundo todo. Sempre, sempre me anima. Serve também como healer de mal de amor…

Strokes é uma banda que já ouvi bem mais, mas essa eu tenho um carinho especial. Me lembra uma época em que as coisas eram mais fáceis –  o que é bom, quer dizer que passei de fase :P. E gosto da levada dela, animada, pra cima, fofa…

Pink é outra mestra da exocizações de demônios. Apesar de ser uma dor de cotovelo sem fim, é uma música MUITO empolgante pra mim, me injeta ânimo demais. Por isso é healer.

Essa virou healer recentemente. E depois de ver ao vivo, mais ainda. Dá uma sensação de proteção mesmo.

Já falei da Tulipa aqui… Ela tem uma voz tão fofa, tão aconchegante que me dá vontade de ficar ouvindo por dias e dias e dias quando to desanimada….

Essa é pra clima de festa. Dá vontade de sair dançando e, por isso, desafio muita gente a ficar desanimado ao som dela. Esqueçam “não existe amor em SP”, por favor…

Outra linda da música nacional… “Me deixa, meu teto não é de vidro, é de zinco”…

Muita gente conhece a Ellen Oléria por causa do The Voice Brasil. Mas ela fazia muito som bacana antes disso, e olha o poder de voz dela gente… “Eu sempre me virei e é claro eu precisei de ajuda. Conhece a carne fraca? eu sou do tipo carne dura…”

E pra fechar, o músico mais animador do planeta… Mika é daqueles que você coloca pra ouvir na segunda-feira de manhã e salva a semana toda…

“Este post faz parte do Meme de Janeiro, uma iniciativa das interneteiras do LuluzinhaCamp, que tem como única intenção, a diversão. Porque somos blogueiras e adoramos blogar, simples assim. Se você tem blog, corre para participar, clique aqui e saiba mais.”