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Resenha - The Last Shadow Puppets em “The Age of the Understatement”

Julho 18, 2008 · Não Há Comentários

Olá pessoal!

Hoje eu tô aqui para falar de uma banda nova. Ou melhor, não tão nova, sim de seu primeiro cd. Como visto no título, essa resenha tratará do primeiro álbum do The Last Shadow Puppets. Antes de mais nada, uma pequena introdução sobre a banda ajudará a entender certas comparações e o motivo da banda ser considerada uma das, senão a, promessas do ano.

Formada por Alex Turner, do Arctic Monkeys, e Miles Kane, do The Rascals, não sei se chamo de banda ou dupla. Enfim, os caras se conheceram quando a antiga banda de Kane deu suporte ao Arctic. Devido a ser formada por essa dupla, nada mais óbvio que o som da banda ser o indie rock. Também fica claro que eles sofrerão comparações em relação ao Arctic. Essa comparação não é de todo indevida, o som lembra um pouco, mas não deve-se dizer que a influência é só do Turner. Só para constar, não conheço The Rascals, portanto só poderei comparar ao som do Arctic. Desculpem negar a influência do Miles Kane na música.

Vamos então começar a resenha do cd em si. A música título, “The Age of the understatement”, não me lembra Arctic em nada. De fato, me lembra um pouco Kaiser Chiefs na música “The Angry Mob”. Isso porque a guitarra tá rápida, com batida firme e constante, passando algo mais forte e não tão animado quanto o Arctic. A mesma diferença acontece em “Stading next to me”. Não sei o que ela me lembra, mas posso ter certeza que difere do Arctic. Uma animação saudosista, melancólica, nada muito agitado.

Confesso que me impressionei com Turner cantando tais músicas. Não sou profunda conhecedora da principal banda do rapaz, mas o pouco que conheço me dá suporte para dizer que esse projeto paralelo mostra o dinamismo dele. Sem contar que o estilo do TLSP abrange um campo diferente, pessoas que gostam de um estilo mais calmo. E, agora, finalmente me ocorre uma música onde sinto a influência “arcticniana”. “Separeate and ever deadly” é uma das que me lembra, ou a introdução pelo menos me lembrou, o trabalho mais conhecido de Alex. Assim como “I don’t like you anymore”. As duas são as únicas do álbum que me lembram Arctic.

Agora, ouvindo o myspace do The Rascals percebo de onde vem a diferença do TLSP para o Arctic. Se algum deles influência a música da banda, creio que seja mais o rapaz Kane. Sinto mais proximidade entre o Rascals e o TLSP, principalmente pelo tipo de melodia.

Enfim, o myspace da banda conta com 5 músicas, nenhuma para download. Dá para ouvir “The age of understatement”, “In the heart of the morning”, “Standing next to me”, “Calm like you” e “Meeting place”. Vale a pena ouví-las e ter a própria impressão sobre a banda.

MySpace - The Last Shadow Puppets

“Summertime made promises it knew it couldn’t keep / The fairytale was climbing up a mountain far too steep / Colouring the pictures / With your loyal hand / Now I am craving heartbreak while you’re making your demands” (Calm Like You - The Last Shadow Puppets)

See ya later

(PS: Rayssa, esse post é por você tanto fazer propaganda deles…)

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Resenha - José González em “In our nature”

Julho 9, 2008 · Não Há Comentários

Olá pessoal!

Esse cara super fofo ai do lado é ninguém mais que José González. E ai vocês viram e me perguntam “Eeeeee?”. Eu respondo, relaxem. Descobri o som desse maravilhoso homem esse ano, e confesso que me surpreendi. Um acústico cantado por um suéco com sotaque espanhol (na verdade argentino, influência dos pais) sem cara de música “mexicana”

O seu cd novo, que é o “In our Nature”, mostra bem o que quero dizer. Um acústico indie/folk, com aquela cara de europeu, porém é perceptível que ele usa a influência (vejam bem, apenas influência) da descendência espanhola. O violão dele não fica resumido a batidinhas simples e suaves de um acústico normal ou aquelas batidas simples, porém mais “sujas”, do folk. O ritmo e a força impressa por ele nas músicas lembra-me muito a música espanhola, a força do flamenco.

Em uma das minhas músicas prediletas desse cd é “Killing for love”. Eu achei essa música particularmente gostosa de ouvir por ter o violão forte sem ser agressivo ou agitado. Outra que gosto muito é “Teardrop”, pelo mesmo motivo da anterior. Já “Abram” tem uma troca de baixos que deixa a música com cara de música para dormir, perfeita para relaxar, assim como “The Nest”.

O mais legal é que ele não se inspira, segundo o LastFM, em reis do Folk como Bob Dylan, apesar de sua voz remeter a cantores antigos. Na verdade a sua inspiração é contemporânea, como a banda Kings of Convenience. Ou seja, temos algo novo inspirado em algo relativamente novo que remete a coisa bem antigas. Isso é mais uma prova de que temos a música em constante ciclo, em qualquer estilo. Ponto pra quem conhece de música.

A pena é que o MySpace dele conta apenas com 4 músicas, nenhuma pra download. Das citadas acima têm duas: “Killing for love” e “Teardrop”. As outras são “How Low” e “Down the Line”.

MySpace - José González

“Well it’s one thing to fall in love, but another to make it last” (Hand on your heart - José González)

See ya later

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Resenha - The Subways em “All or nothing”

Julho 7, 2008 · Não Há Comentários

Olá Pessoal.

Desculpem o atraso para a resenha. Ando sinceramente atarefada, mas hoje tenho um bom tempo para falar de um bom cd de uma boa banda. Para quem anda pelo meio indie/alternativo logo deve ter reconhecido o nome no título da resenha. The Subways é uma das melhores bandas que eu ouvi, com letras simples e fortes e um ritmo marcante. Mas vamos ao que interessa.

A banda inglesa resurge com o novo cd, chamado “All or nothing”. Depois do estouro de “Rock’n'Roll Queen” do cd “Young for eternety”, a banda aparece com um som que eu achei menos agressivo, porém não tão diferente do que apresentou no primeiro cd. Achei que o som está mais maduro, ainda agitado e simples. A agressividade diminuída de forma quase imperceptível só tornou o som mais fácil de ser ouvido por pessoas não acostumadas com o estilo.

Algumas músicas realmente surpreende em sua “leveza” como “Move to Newlyn”, que escuto agora. A primeira música de trabalho do cd, “Girls & Boys” (disponível para download \o/), é bem parecida com o primeiro cd, agitada e forte nos vocais. A faixa título, “All or Nothing”, tem um ritmo muito gostoso e dançante sem precisar recorrer a vocais exagerados ou guitarras muito altas e distorcidas. “Strawberry Blonde” tem um começo bem gostoso, que me remete a bandas que em nada se parecessem com The Subways (por exemplo, Eagle Eye Cherry).

Enfim, eu recomendo o cd todo. Em particular, as músicas acima comentadas. Como a maioria das bandas, o cd não está disponível para download. A banda tem myspace, mas apenas com a música “Girls & Boys”. Compensa ir no site deles pra baixar a trilha e ter uma noção de como a banda evoluiu.

MySpace - The Subways


” So sad/ The way we hold our heads in hands/ Regrets/ Are old excuses to be bad/ These are days it’s all or nothing now/ And I can’t go on thinking of how/ Things change/ And now they’re getting strange”
(All or Nothing - The Subways)

See ya later

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Resenha - The Very Sexuals em “Post-Apocalyptic Love”

Junho 27, 2008 · Não Há Comentários

Oi Pessoal

Era pra ter sido ontem a publicação da resenha, mas fim de semestre mata qualquer um na faculdade. Então, vamos repor as faltas aqui e fazer uma resenha legal como forma de pedir desculpa pelo atraso e pela caquinha da última resenha.

Eu resolvi baixar o cd da banda porque achei o nome engraçado. É mesmo, não to brincando. E não me arrependo nenhum segundo de tê-lo feito. Fazia um bom tempo que não escutava algo no estilo deles e não sei com o que comparar. E é tão recente que, bem, nem o lastfm sabe com o que o som da banda é parecido.

São indie, segundo as tags do lastfm. Só que fogem ao indie tradicional (Franz Ferdinand e The Strokes, por exemplo) e fazem algo mais feliz e menos revoltado. São músicas animadas, perfeitas pra você acordar e arrumar a casa ou sair pra dirigir. É aquela música que você escuta quando acorda de bom humor e quer rir sem motivo. Tudo bem que “Anti-Valentine” quebra com isso, mas “Wrecked this century” tem um ritmo bem feliz.

Os rapazes (e a moça que, diga-se de passagem, tem uma ótima voz) tem um cd pra download no site e, confesso, não sei se é o “Post-Apocalyptic Love” pois ainda não terminei de baixar. Mas, tenham certeza, vale a pena pelo menos uma visita no myspace (sem dowloads) dos moços. Afinal, pra boa música a gente tem sempre ouvidos.

Das que estão no myspace, recomendo “Carla”, “Wrecked this Century” e “Billy Idol Look-alike contest”.

Myspace - The Very Sexuals

Ok, sem frase de efeito da banda no fim do post, pois não acho letra deles…

See ya later

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Resenha: Tegan & Sara em “The Con”

Junho 21, 2008 · Não Há Comentários

Hey Pessoas!

Hoje, com um dia (quase dois) de atraso, venho aqui com a minha resenha semanal. Semana de provas da nessa, a gente quase nunca consegue cumprir com os compromissos prórprios. Enfim, ao cd…

Antes de tudo, vamos dizer que descobri essa banda por causa da faculdade. Uma colega, depois de conversarmos e percebermos semelhanças de estilo, me recomendou. Duas semanas depois dela me recomendar, fui atrás e ouvi.

Devo dizer que a mistura de indie com folk me deixou animada. Afinal, são os dois estilos que mais gosto. Comecei a ouvir o último cd, chamado “The Con”, e comprovei a qualidade do som das meninas. Algo que é parado o suficiente para curtir e agitado o suficiente para não te deixar dormir. Sem contar que as vozes delas chamam atenção, principalmente quando estão no mais acústico. Não é o caso do ultimo cd, mas…

Recomendo “I was Married”, “The Con”, “Soil, Soil”, “Nineteen” e “Dark come soon”. Dessas recomendadas, só tem duas no myspace delas. E sem download. Como sempre, nada é perfeito. Desculpem o post curto, o sono tá mais forte que minha mente.

MySpace - Tegan & Sara

“I won’t get mad when you say things are getting too hard” (I won’t be left - Tegan & Sara)

See ya later

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Resenha - Get Cape, Wear Cape, Fly em “Searching for the Hows and Whys”

Junho 12, 2008 · 1 Comentário

Olá pessoal!

Hoje, dia 12 de junho, as pessoas vão se entupir de chocolate. O dia dos namorados chega e eu fico apenas olhando os corações nas lojas dos shoppings. Seria beeeem melhor que eu visse nas lojas o cd dos caras ai do lado ou, então, se eu tivésse um namorado para me dar tal cd.

Novamente, venho falar do mais recente trabalho de uma banda que não é nova. O “Get Cape, Wear Cape, Fly” (sim, o nome da banda é tudo isso) lançou seu último cd em março desse ano (2008). Falando desse novo cd, o som da banda continua delicioso de se ouvir. Desde o primeiro cd, o GCWCF mantém um som agitado sem precisar pesar nele. No myspace, eles se auto definem como “Acustico/Eletrônico/Indie”.

Quando ouvi o novo cd pela primeira vez, posso dizer que ele me impressinou mais que o primeiro. Os metais na música estavam mais bem utilizados, e a parte eletrônica de algumas das músicas não quebraram com o clima do cd, como as vezes acontece com algumas bandas. Até no primeiro cd deles parecia que o eletro quebrava um pouco, cortava o clima. Agora ficou uma progressão suave entre agitação-calmaria e vice-versa.

Logicamente estou ouvindo o cd nesse exato momento. A faixa que tá tocando, “The children are (The Consumers Of) the future”, mostra bem essa progressão, apesar do término bruto. Já “Window of your mind” passa um clima de que vai ser constante, não vai mudar o ritmo e tal. Ainda assim, o cd não mostra muita coisa diferente tanto entre as músicas dele quanto ao estilo da banda, como eu havia dito antes. Só melhoras, ainda bem.

Além das acima citadas, recomendo “Keeping singing out” e “Moving Forward”. A pena é que o myspace dos rapazes, além de não contar com download de músicas, parece ter mais músicas do primeiro cd que do segundo. De qualquer forma, é um bom som pra se escutar quando acordamos. Não assusta, nem te deixa com mais sono.

MySpace - Get Cape, Wear Cape, Fly

“And I wish that I was stronger than the people that you meet / And I wish that you were lost without me / And though the more I think about it the easier it seems / I’ll just be fine so here’s to moving forward” (Moving Forward - Get Cape, Wear Cape, Fly)

See ya later

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Resenha - The Pierces em “Thirteen Tales of Love and Revenge”

Junho 5, 2008 · Não Há Comentários

Olá pessoas

Como podem perceber, tenho basicamente feito só resenhas de cds nesse blog. E hoje é dia de apreentar uma banda com um ar tão blasè que chega a ser lindamente irritante. As meninas do The Pierces fazem música nova com um ar de música francesa dos anos 30. Simplesmente lindo.

Começando a falar do cd, o “Thirteen Tales of Love and Revenge” do título é uma clara referência ao número de faixas do cd. Buscando a tradução das músicas, fica claro que realmente se trata de um álbum com 13 contos de amor e vingança. Talvez seja ai que aquela coisa de música antiga pareça cair tão bem, um rock traducional ficaria extremamente normal quando nessa temática. Já o ar blasè confere uma característica que se tem muito hoje em alguns grupos de adolescentes/jovens, que é parecer tristonho e saudosista quando se tem 19 anos de idade.

E, olhando mais a fundo, você vê que as músicas exploram bem isso. A faixa que mais escutei, já que foi a música pela qual tive contato com a banda, mostra bem isso. “Boring” mostra durante toda letra pessoas que o luxo, drogas e festas já não suprem a necessidade de prazer e tudo se torna… chato.  Já “Lights on” foca em uma pessoa que quer o prazer físico, o sexo, e conquista a pessoa para isso; porém, essa pessoa deixa bem claro que pode quebrar o coração de sua conquista.

Enfim, esses são só exemplos. Fora as músicas acima citadas, recomendo “Lies”, “Kill! Kill! Kill!” e “Stick and Stones”… Na verdade, ouçam tudo que puder delas. O myspace das irmãs (sim, elas são irmãs xD) Pierces conta com 5 músicas. Sem donwload. Afinal, nem tudo é perfeito.

MySpace - The Pierces

“We’d be so less fragile / If we’re made from metal / And our hearts from iron / And our minds from steel / And if we built an army / Full of tender bodies / Could we love each other? / Would we stop to feel?” (Three Wishes - The Pierces)

See ya later

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Resenha - Stars em “Set yourself on fire”

Maio 29, 2008 · 1 Comentário

Hey Pessoas!

A resenha dessa semana é sobre uma banda que eu conheço a coisa de um ano. A banda não é nova, mas não sei de muita gente que a conhece. O Stars é uma banda canadense que estourou nos EUA no ano de 2004, com o disco que será aqui comentado “Set yourself on fire”. Seu último disco lançado foi o “In Our Bedroom After the War”, no ano de 2007.

O cd começa com uma música agitadinha, super fofa, chamada “Ageless Beauty”, e essa música foi responsável pelo sucesso da banda. Com uma roupagem tipica do indie rock, não é surpresa que a música tenha feito sucesso. O que surpreende, pelo menos para mim, é o vocal da Amy Millan, que fica longe de ser algo agitado e mais longe ainda de não combinar com Rock.

Em compensação, depois de “Ageless Beauty”, o cd de 13 trilhas deve contar apenas com mais 4 músicas agitadas, sendo que as outras 8 músicas são mais calmas e, pra mim, mostram o diferencial da banda. Por sinal, eles não se consideram indie, mas, de acordo com o myspace da banda, “Melodramatic popular song”. Eles não fazem músicas tristes com cara depressiva, mas sim músicas tristes com um ar saudosista. E eu gosto de músicas sim. Nem tudo no mundo precisa ser feliz, oras!

Eu, particularmente, recomendo nesse cd as faixas “Celebration Guns” (que ouço agora), “One more night (Your ex-lover remains dead)”, “The First Five Times” e “Your ex-lover is dead”. São as minhas favoritas, apesar de não estarem em ordem de preferência.

O myspace deles está com o novo cd, do qual não posso falar agora porque simplesmente não conheço. Assim que escutar com calma, falarei dele. Mas fica a dica. Ouçam a banda ainda que seja o cd novo. Eles valem a pena.

MySpace - Stars

“When there is nothing left to burn, You have to set yourself on fire.” (Your ex-lover is dead - Stars)

See ya later

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Resenha - Gavin DeGraw em “Gavin DeGraw”

Maio 20, 2008 · 1 Comentário

Olá Pessoal.

Antes de tudo, vamos ao primeiro comentário da resenha: A maioria dos artistas/bandas colocam seus respectivos nomes no primeiro disco. Gavin DeGraw vem contra essa onda e coloca seu nome no segundo disco. Conhecido por ser o cantor da abertura da série “One Tree Hills” (ou “Lances da vida” segundo o SBT), parecia que o homem ia ser mais um “one hit wonder”. Baixei os dois cds dele (infelizmente, a renda de universitária não me permite comprar nem pão na esquina, quem dirá cd) e, realmente, me impressionei. Principalmente por ele ter lançado um segundo cd.

Não que Gavin traga algo realmente novo, revolucionando meu pensamento sobre a música. É justamente ai que mora o que ele tem de legal. Mantendo a linha do pop ou pop-rock grudento, que 90% das pessoas gosta/escuta/suporta, é bem seguro que esse cd não desagrade ninguém. Eu, particularmente, gostei. Achei que ele resolveu misturar um ou outro detalhe nas músicas que fizéram delas músicas únicas sem serem estranhas aos ouvidos. Uma música fácil de ouvir, sem ser chata.

Apostando em algo menos pop, com um violão/guitarra um pouco mais agitado e um piano/teclado levando a música de forma ritmada (principalmente na faixa que escuto agora, “I have you to thank”), o músico pode tirar de si o rótulo de “música de seriado”. Criou uma identidade mais forte sem mudar a o próprio estilo, provando que nem sempre é necessário mudar tudo para impressionar.

Pena que esse moço ainda não libera as músicas para download. Mas ele deixa a gente escutar o cd todo no MySpace dele. Recomendo “I have you to think”, “Cop Stop” e “We belong together”.

MySpace - Gavin DeGraw

” Someday when you’re lonely / Sometime after all this bliss / Somewhere lost in emptiness / I hope you find this gift…” (We belong together - Gavin DeGraw)

See ya later

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Resenha - The Filthy Youth

Maio 15, 2008 · Não Há Comentários

Hey Pessoal!

Não, essa foto não é do Chuck do seriado Gossip Girl e esses não são novos personagens. Tá, pode até ser do ator que faz o Chuck, porque é mesmo a foto do Ed Westwick. Mas garanto que não é nada novo do seriado. Como o nome do post diz, isso aqui é uma resenha sobre uma banda. Que culpa tenho eu se a banda é ótima e tem o Ed Westwick como vocal.

O “The Filthy Youlth” me veio justamente pelo seriado, já que uma amiga foi pesquisar sobre o Ed e achou o myspace da banda. Primeiro ponto positivo: músicas pra download. Tem 5 demos lá pra você ouvir e falar: “Deixe de ser ator Ed, sua voz é deliciosa cantando”. No melhor estilo Brit Rock (Ou Indie Rock, ou Alternativo…), lembrando muito a pegada do Arctic Monkeys e The Libertines, os 5 rapazes tem algo em torno das 22 mil execuções no LastFM. E podem revirar a internet, vai ser difícil achar algo além das 5 demos pra baixar.

Fato é que a banda estourou (pelo menos esse é o boato) por ter duas músicas no seriado Gossip Girl. Sinceramente, eu escutaria mesmo se não tivésse o seriado, desde que a descobrisse. A guitarra de rock dançante anima qualquer pessoa e, como já disse, a voz de Ed Westwick é simplesmente deliciosa. Ele não precisa forçar tanto quanto outros cantores para sair uma voz meio “gemida”.

Fora isso, muitos diriam que é uma banda sem nada a acrescentar. Eu, particularmente, quero bandas que acrescentem boa música no cenário musical em geral. E isso nem sempre quer dizer criar coisas novas ou mudar totalmente o que já existe. Temos bandas com anos de carreira que não acrescentaram nada e bandas de “5 minutos” que mudaram totalmente o jeito de se pensar em música. Pelo menos eu acho isso.

Agora, ‘bora parar de ler e ouvir coisa boa minha gente!

The Filthy Youth - MySpace

Apenas um defeito: não acho as letras da banda. Por tanto, fiquem com o nome de uma das músicas.

“Boys don’t smoke”

See ya later

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